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As marcas também proclamam independência em algum momento?

Cecília Russo responde que sim. Segundo ela, algumas marcas passam por esse momento de migração e em determinado momento ganham vida própria e criam sua própria narrativa. Para Jaime Troiano, o momento de transição é quando a sabedoria percebe que é a hora de dar essa liberdade para continuar crescendo. Cecília completa dizendo que ‘marcas, assim como nossos filhos, também podem se tornar independentes. Mas, a gente precisa saber o momento certo para isso e nunca se precipitar’.

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Case BAIXO PINHEIROS

“Baixo Pinheiros visto do alto” trata-se de uma iniciativa nossa, que celebra o bairro em que escolhemos para trabalhar. Trazemos neste trabalho uma leitura bastante positiva, analisando as linguagens de arquitetura e design de 14 restaurantes, bares e confeitarias da região. Essa experiência nos mostrou tudo de especial que o nosso bairro tem. Esse foi um…
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A febre dos selos no varejo: o que está por trás da ação?

Cecília Russo diz que ‘o objetivo da iniciativa é a fidelização’. Ela acrescenta que tem uma logística para isso acontecer. Jaime Troiano diz que esse tipo de promoção cria uma espécie de regressão infantil. ‘Uma coisa gostosa de ir juntando para depois ganhar’. Jaime acrescenta que ‘fidelizar é sempre uma forma mais importante do que simplesmente sair atrás de novos consumidores’.

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Identidade gráfica: vale seguir as tendências do design?

Cecília Russo diz que a pessoa que está começando um negócio fica muito concentrada na operação e, muitas vezes, na hora de fazer a própria marca, acaba pegando como referência grandes empresas. Jaime Troiano completa: quando se pensa em marca, não podemos ser simplesmente comodistas e copiar. ‘A marca é a complementação daquilo que você quer comunicar’, explica.

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Protocolo de Madri busca facilitar a vida das marcas mundo afora

Neste sábado, quadro trata de um assunto desconhecido por muita gente, mas estratégico para a economia de muitos países: o Protocolo de Madri. Trata-se de uma grande contribuição para o desenvolvimento da economia, segundo Jaime Troiano. Ele prevê a possibilidade de facilitar a divulgação de certas marcas em outros países. É, em linhas gerais, um processo de desburocratização das exportações.

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Inovação e saudosismo podem dar as mãos e fazer muito sucesso

Em tempos de tanta inovação, tecnologia e criatividade, é possível beber na fonte da nostalgia? ‘Acho que existe um lado da nostalgia que é inovador’, aposta Cecília, para quem nostalgia não tem nada a ver com velhice. Ela destaca: ‘As Frenéticas’, por exemplo, são uma marca. Nostalgia pura, lotam shows. Mais: Sandy e Júnior também já despertam essa sensação. E atraem uma legião de fãs interessados em rever os irmãos no palco. Também são uma potente marca.